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Inteligência Artificial

In the Weights: o novo ranking de notoriedade alimentado por IA

In the Weights: o novo ranking de notoriedade alimentado por IA

Se você já tentou se achar no Google e ficou desapontado, prepare-se para uma experiência ainda mais curiosa: o site In the Weights consulta uma série de grandes modelos de linguagem – de Grok a Gemini, passando por várias versões do GPT, Claude e Llama – e devolve um score que indica o quão presente seu nome está nos “pesos” que treinam essas inteligências.

Como funciona o cálculo?

Os criadores, Thomas Dimson e Joey Flynn, enviam a pergunta “Quem é ? Dê até 10 resultados com breve descrição e grau de confiança” para cada modelo. As respostas são então agrupadas por similaridade e um índice de força é atribuído, refletindo a consistência e a confiança das respostas.

Quem está no topo?

Os primeiros lugares são ocupados por figuras de destaque cultural: o ator Macaulay Culkin lidera com 988 pontos, seguido pelo tenor Luciano Pavarotti. Entre os profissionais de tecnologia, o próprio autor do artigo recebeu 641 pontos, situando‑se no 6% superior.

O que os scores revelam?

  • Diferenças entre modelos: alguns LLMs apresentam “alucinações”, como o GPT‑5.4 Mini, que interpretou “Anthony Ha” como um nome ambíguo.
  • Viés de treinamento: Dimson pretende investigar por que certos modelos favorecem determinados perfis.
  • Potencial para descobrir lacunas: o ranking pode apontar quem ainda não tem página na Wikipedia, mas já está gravado nos parâmetros de IA.

“Ver seu nome nos pesos de uma IA é como descobrir que você está guardado em um cofre de números flutuantes”, comenta Dimson.

A proposta nasceu da sensação de que as buscas tradicionais perderam relevância frente ao crescimento dos LLMs. Para os fundadores, medir a “imortalidade” digital nos parâmetros de IA é uma forma de reacender a criatividade após a saída da OpenAI.

Embora a ideia pareça um jogo de ego, ela abre discussões sérias sobre transparência, viés e a própria definição de presença online quando o motor de busca deixa de ser a web e passa a ser um cérebro artificial.

Fonte: https://techcrunch.com/2026/06/20/in-the-weights-is-your-new-ai-centric-vanity-search/

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